Selo Prêmio Dardos

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Povo amigo:

Recebi o selo “Prêmio Dardos” do blog GOOD NEWS e fiquei muito honrada!

Esse prêmio visa “reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras”.

O premiado deve seguir as seguintes instruções:

– Exibir a imagem do selo em seu blog

– Linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação

– Escolher outros blogs (até 15) a quem entregar o Selo Prêmio Dardos

– Avisar aos escolhidos

Blogs que eu escolho:

internETC. – Cora Rónai

SRZD – Sidney Rezende

Mais Canela

ANJOS PARA ADOÇÃO

Bia Sion – Botando o blog na rua

Aproveito o ensejo e indico os mesmos blogs acima para receberem o Selo GENTILEZA GERA GENTIZELA. Se gostarem, passem adiante.

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Onde encontrar o código da imagem: http://www.gentileza.net/ > downloads.

 

SONETO DO GATO

 

Um gato vivo é qualquer coisa linda
Nada existe com mais serenidade
Mesmo parado ele caminha ainda
As selvas sinuosas da saudade

 

De ter sido feroz. À sua vinda
Altas correntes de eletricidade
Rompem do ar as lâminas em cinza
Numa silenciosa tempestade.

 

Por isso ele está sempre a rir de cada
Um de nós, e ao morrer perde o veludo
Fica torpe, ao avesso, opaco, torto

 

Acaba, é o antigato; porque nada
Nada parece mais com o fim de tudo
Que um gato morto.

 

Florença, Novembro de 1963

 

(Vinicius de Morais, Livro de Sonetos)

 

Os deuses felinos egípcios

 

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A mais antiga deusa felina conhecida é chamada de Mafdet e é representada nos textos das pirâmides matando uma serpente com suas garras. Mas os deuses-gatos mais famoso são Bastet e Sekhmet.

Bastet é representada frequentemente com o corpo de uma mulher e a cabeça de um gato. Os egípcios adoravam Bastet como a deusa da casa e protetora das mulheres, das crianças e dos gatos domésticos. Era também a deusa da alvorada, da música, dança, do prazer, da família, da fertilidade e do nascimento.

Sua contraparte má era a deusa Sekhmet que representava a força destrutiva. Era conhecida como a deusa da guerra e da peste. Mas foi domesticada por Ra (que começou a domesticá-la fingindo de bêbado) e se transformou em protetora poderosa dos seres humanos.

Juntas, Bastet e Sekhmet representam o contrapeso das forças da natureza.

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Olá. Estamos postando fotos novas, que fazem mais jus à beleza dos gatinhos. Puxa, quem não quer um serzinho desse em casa?

O Merlin, meu gatinho adotado, quando estou tirando uma soneca, coloca a cabecinha embaixo do meu queixo pra eu fazer carinho. Se estou na cozinha fica me fazendo companhia.

A Mel gosta de fazer companhia quando o meu marido está trabalhando no computador, ou é no monitor ou no pufe ao lado que ela fica. Fez de fazer companhia pra gente o seu objetivo de vida.

Adota um também?

Como começa esta história

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Tem aquela história de que gatos escolhem o seu dono, não é? Pois foi assim. Ela veio toda dengosa se enroscando nas nossas pernas e testando a nossa vontade de ter um. Estava abandonada numa construção. Foi domingo de noite, e nem tínhamos nada pra receber um gato. Ela estava toda suja, cheia de pulgas e espirrandinho. Estava gripada, a coitadinha!

O André a levou na veterinária, que é perto de casa. Vacinou, foi (bem) atendida. Disseram que ela tinha entre 2 e 3 meses.

Eu e o André ficamos como bobos, achando tudo que ela fazia a coisa mais linda. Achei bom assim. Até arrumar coisas que estou pedindo há séculos ele arrumou essa semana.

Aí­ eu contei pra conhecedora de gatos, que me contou a estória triste desta pessoa que tinha 13 gatos e morreu. A famí­lia não veio nem pro velório, mas assim que tomou posse dos bens, expulsou os gatos. Tinha 2 gatas prenhas, o que transformou os 13 gatos em 23. Ficamos com dó e adotamos o Merlin, que é preto e tem a pontinha do rabo branca, como que pra assinalar o lugar onde Deus segurou pra pintar ele de preto.

Daí­ pra engajar na campanha, foi um pulo. Então assim começamos o nosso “adote um gatinho“.

O amor é uma companhia

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A frase título não é minha, é de Alberto Caeiro, mas traduz o que nossos gatos são pra gente. O seu amor é uma companhia.

Para uns, nada é mais incômodo que o silencioso bastar-se dos gatos. Na verdade é um não pedir a quem não o quer, porque o gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. E na intimidade da vida vidinha, quando me olham com vontade de entender o que quero, percebo que a esfinge sou eu. E os amo por me ensinarem o assim assim da incursão no outro.

Disso tudo eu entendi depois de os ter em casa, mas outras pessoas vieram antes de mim. Outras os amaram antes, e por causa delas esta página é.

A Valéria, que se preocupa e os ajuda, é um desses anjos que a gente encontra na vida, e que alimenta essa página-coração, onde sempre cabe mais um.

Adote um gato!